Dislexia: Quando tudo começou?


 Desde 1895, Hinshelwood, um médico oftalmologista, estudou e escreveu sobre o que denominou cegueira verbal congênita, o que atualmente chamamos Dislexia.

 

O médico atendeu quatro jovens irmãos mais novos de uma família com onze filhos. Um professor havia comentado com o médico seu espanto em relação aos jovens que, embora parecessem tão inteligentes, apresentavam problemas no aprendizado da leitura nunca antes vistos por ele.

 

Dois irmãos, com 16 e 18 anos trabalhavam em uma mina desde que haviam deixado a escola aos 14 anos. O jovem de 18 anos interessou a Hinshelwood porque mesmo o professor dizendo que o garoto havia passado por insuperáveis dificuldades em sua aprendizagem o jovem melhorou sua leitura durante os quatro anos que trabalhou na mina. Esta melhora foi estimulada pelo entusiasmo com futebol: toda noite após o trabalho na mina ele passava longo período debruçado sobre a seção de esportes do jornal. 

Hinshelwood descobriu que o jovem teve dificuldades nos primeiros anos de leitura com livros comuns, mas quando tinha que ler sobre futebol ele podia reconhecer de vista uma quantidade muito maior de números e palavras.

Gerald Coles, autor importante que estuda dislexia, nos alerta que nesta história toda o médico não considerou explicações relacionadas ao contexto social que foi esquecido.  

Hinshelwood ignorou qualquer hipótese sobre a escola, família e outras condições ambientais, centrando-se unicamente na possibilidade de encontrar uma doença na criança. 

Em nossa atuação, avançamos na história e buscamos trabalhar as questões cotidianas e de práticas pedagógicas que podem e devem ser modificadas.

Este é nosso diferencial na atuação do diagnóstico e tratamento da dislexia, acreditamos na necessidade de incluir na avaliação diagnóstica os fatores sociais envolvidos na aprendizagem, enxergando a pessoa atendida de maneira global e em sua complexidade de vida.

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